segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Vaga para educador(a) ambiental

 




Descrição da Vaga:
Profissional para compor equipe do Centro de Educação Ambiental, para planejar, ministrar, avaliar e registrar oficinas, vivências e formações em Educação Ambiental com ênfase em Permacultura. O trabalho acontecerá com diversas faixas etárias, incluindo educadores de outras áreas. 

Pré-requisitos:
- Formação completa em Biologia 
- Possuir preferencialmente conhecimento em Permacultura;
- Ter experiência em Educação Ambiental;
- Ter disponibilidade para participar do processo seletivo;
- Ter disponibilidade para cumprir a carga horária de 40 horas semanais, incluindo alguns fins de semana;
- Preferencialmente residir no território.

Desejável:

Ser versátil, proativo e criativo
Ter escuta ativa e bom comunicador
Ser ágil, organizado e curioso 
Pensar de forma interdisciplinar
Aberto ao diálogo, construção de ideias e planejamento coletivo
Ter boa escrita - saber fazer um relatório não apenas descritivo, mas integrado aos objetivos
Pensar em planejamento de longo prazo - sequência didática
Saber da importância da educação ambiental para a luta social
Ter uma ideia da importância da prestação de contas para um projeto e tentar manter sempre em dia a demanda de relatório e fotos
Saber que a educação ambiental é política
Habilidade com ferramentas digitais 

É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática. - Paulo Freire


Carga Horária
40 horas semanais, sendo de segunda à sexta-feira, das 8h às 17hs. Alguns sábados, em datas de eventos da organização.

Regime de Contratação, Remuneração e Benefícios:
Regime CLT, vale transporte, refeições no local (com exceção aos finais de semana) e Assistência Médica e Odontológica.
Salário: R$ 2.296,77


Etapas do Processo Seletivo:
1ª Análise de currículo;
2º Dinâmica em grupo e questionário;
3º Entrevistas individuais.

Sobre a Fundação Julita:
Organização social com 70 anos de existência, localizada no Jardim São Luís, zona sul de São Paulo. Desenvolve ações socioeducativas com as mais variadas faixas etárias. Saiba mais em www.fundacaojulita.org.br ou pelas redes sociais da Fundação Julita:



Como Participar?
Interessados (as) deverão enviar currículo para o email: ambiental@fundacaojulita.org.br até o dia 22/09/2021.













quarta-feira, 2 de junho de 2021

Se liga nessa oportunidade!



Você, que já participou de algum curso do Programa Juventude, pode ser indicado para empresas parceiras da Fundação Julita.

Atualize o seu cadastro 


Quem deve preencher:
- Jovens que concluíram algum dos cursos na Fundação Julita (Centro para Juventude, Assistente Administrativo e Gestão para o Comércio)
- Jovens que gostariam de ser indicados (as) para as empresas parceiras da Fundação Julita

Se você não concluiu o curso e gostaria de estudar novamente na Fundação Julita, ligue 5853-2050 ramal 1121 para verificar os cursos disponíveis.

segunda-feira, 22 de março de 2021

“Plantando água” para a manutenção da vida



Você sabia que, neste mês de março, é comemorado tanto o Dia Internacional das Florestas (21) como o Dia Mundial da Água (22)? Elas estão tão conectadas que até as datas comemorativas são juntinhas. 

Mesmo sendo considerada um direito de todos(as), a água é escassa para uma grande parte da população, principalmente a mais vulnerável. Um dos protocolos para evitar o Coronavírus, por exemplo, é lavar as mãos, com água e sabão; porém, 3 bilhões de pessoas no mundo (40% da população mundial) não têm acesso à estrutura básica em suas casas. O próprio Jardim São Luís possui falta de água em muitas casas e também denota um problema sério de saneamento básico, o que se reflete diretamente no alto número de casos de COVID nesta região. 

Aqui, na Fundação Julita, temos algumas tecnologias ambientais que ajudam a capturar e a reaproveitar a água, e são possíveis de serem feitas em casa, como captação da água de chuva, a cisterna, o jardim de chuva, círculo de bananeiras, entre outros. 

Acompanhe nossas futuras postagens, que iremos explicar como funcionam essas metodologias, e, se quiser conhecer pessoalmente, agende uma visita pelo e-mail (ambiental@fundacaojulita.org.br). Um de nossos educadores ambientais terá o maior prazer de mostrar e explicar como elas funcionam! Seguindo todos os protocolos de segurança da pandemia. 


E de onde vem a água, você já parou para pensar? 

A água surge das nascentes, ou bicas, que é o ponto em que a água está subterrânea (os também chamados aquíferos), dali vai para a parte de cima, formando os córregos que formam os rios, e que vão desembocar no mar. Porém, para que a água dessa nascente seja garantida é importante, por exemplo, conservarmos ao máximo esse lugar, deixando as matas ciliares (que são matas que ficam em torno desse ponto) para que essa água seja preservada.

Além da floresta ser importante para preservar as nascentes dos rios, elas também têm outra função fundamental, que é trazer água em forma de vapor, ou seja, pelo ar, da Amazônia para a região centro-oeste, sudeste. São chamados rios voadores ou rios flutuantes e são tão poderosos que podem transportar mais água que o próprio rio Amazonas! Isto ocorre devido ao vapor liberado pela umidade das árvores da Floresta Amazônica, ou seja, as árvores fornecem muita água. A quantidade de árvores que doam água em forma de vapor é imensa; uma árvore transporta mais de 1000 litros de água por dia, ou seja, preservar a floresta também é uma forma de preservar a água.

E qual a importância da água? Sem ela, a vida não existiria! Ela está presente no nosso corpo, no nosso alimento, em todos os seres, na agricultura; ela é importante para a manutenção do clima e temperatura. Ela é tão fundamental, que, em 2010, a Organizações das Nações Unidas (ONU) reconheceu o direito à água limpa e segura como um direito humano essencial, colocando a água e o saneamento básico como um dos objetivos para o desenvolvimento sustentável (ODS - 6), a fim de garantir a disponibilidade e a gestão sustentável de água potável e saneamento para todos.

Vamos fazer a nossa parte?

Mesmo sendo um bem universal, nós acabamos não valorizando tanto a água no nosso dia a dia, poluindo (esgoto doméstico e principalmente industrial) cada vez mais nossos rios, desperdiçando água (casas e indústrias). Atualmente, empresas internacionais estão de olho nos nossos aquíferos (as águas subterrâneas comentadas no início do texto), querendo privatizá-las, fazendo com que tenhamos que pagar ainda mais por esse bem que nos é legítimo por direito, o que aumenta ainda mais os problemas sociais, ambientais e de saúde entre a população principalmente as de menor baixa renda.

Como cidadãos precisamos fazer a nossa parte, não desperdiçando água e reaproveitá-la na medida do possível, porém também precisamos exigir saneamento básico e garantia de limpeza de nossos rios, além de não permitir que o privatizem. Se hoje a água não atinge uma grande parte da população, imagina se fica na mão de empresas que visam o lucro e não o bem-estar das pessoas.

E, caso você ainda não conheça, aproveitamos para apresentar as tecnologias ambientais de preservação e reaproveitamento da água que temos no nosso espaço.  










           
Para saber mais:


Movimento dos Atingidos por barragens - https://mab.org.br/quem-somos/
Podcast - Água de lata - deixa que eu conto (infantil)
Livro (infantil) - Um dia, um rio. Autor: Leo Cunha. Ilustração: André Neves. Editora: Pulo do gato.