sábado, 17 de novembro de 2018

Histórico de notícias 2016/2017

Educação infantil da Julita é referência no território 
08 de abril de 2016

No dia 31 de março, a Fundação Julita apresentou a sua proposta pedagógica para a Educação Infantil (Programa Castanheira) para 158 organizações sociais conveniadas à Secretaria Municipal de Educação, durante encontro promovido pela Diretoria Regional do Campo Limpo. A Fundação estava entre as duas únicas organizações convidadas a se apresentar, demonstrando que o trabalho vem se consolidando como uma referência na região.



“A proposta pedagógica da Fundação Julita na Educação Infantil merece destaque porque, mesmo antes de os padrões básicos de qualidade serem implantados para toda a rede, eles já estavam incluídos de alguma forma no trabalho com as crianças e as famílias. Os padrões básicos confirmam a atuação do CEI da Julita em direção à excelência do atendimento”, conta Maristela Lucia Vieira, Supervisora Escolar da Diretoria Regional do Campo Limpo.
O evento aconteceu no CEU Casa Blanca e abordou os padrões básicos de qualidade da Educação Infantil, que traçam os referenciais para avaliação da qualidade social do serviço prestado pelas unidades escolares desde 2013.
“Hoje, na cidade de São Paulo, a educação infantil pública é superior ao ensino privado”, contou Fátima Lordello Lopes, Supervisora Técnica da Diretoria Regional de Educação Campo Limpo.
O evento contou a presença de 200 pessoas, entre diretores e coordenadores pedagógicos das 158 organizações da região de Campo Limpo, que abrange cinco distritos, além da presença do Diretor Regional do Campo Limpo e das equipes de supervisão escolar e de outros setores administrativos da diretoria regional.

CENTRO DE SAÚDE REINICIA ATENDIMENTO

16 de maio de 2016










No dia 12 de maio, o Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita reinicia os atendimentos em psicologia para matriculados nos programas de atendimentos da Fundação Julita. Esse tipo de atendimento é considerado fundamental na comunidade, pois há um número significativo de casos com a necessidade de atenção na saúde mental, e em contrapartida, a rede de saúde pública é insuficiente para atender tal demanda.

O projeto do Centro de Educação em Saúde inclui o atendimento multidisciplinar em Psicologia, Enfermagem e Nutrição, além de outras especialidades que serão incorporadas, tendo em vista o desenvolvimento integral das (os) educandas (os). A saúde psicológica é fator preponderante para o desenvolvimento saudável de aprendizado, colaborando com a avanço da qualidade de vida.

“Neste momento de retomada das ações, o Centro de Educação em Saúde tem como fatores fundamentais, o atendimento acolhedor, humanizado, deitando o olhar para as interdisciplinaridades e conectividades orgânicas que compõem as redes de proteção, desenvolvimento, sociabilização e educação das crianças e adolescentes” garante Agnaldo Vieira dos Santos, coordenador do Centro de Educação em Saúde da Fundação Julita.

65 anos de história

19 de maio de 2016



Em dezembro de 2016, a Fundação Julita completa 65 anos de atuação beneficiando crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social. Para iniciar as comemorações, lançamos o vídeo teaser da organização, que aborda os nossos programas de atendimento atualmente e traz breves depoimentos de beneficiados.

TRAJETÓRIA DE IMPACTO

Ao longo deste ano, estamos prevendo uma série de surpresas e muito mais comemorações. Enquanto isso, confira nossos resultados, números de atendimento atuais e uma “linha do tempo desses 65 anos contextualizada com os acontecimentos da época da região beneficiada”, a fim de relembrar essa trajetória de reconhecimento, atuação e impacto na área social do Brasil.


PRATICATATUM E JULITA TRANSFORMANDO PELA MÚSICA

27 de junho de 2016

A música tem o poder transformador de estimular o conhecimento, o exercício da cidadania, o gosto pela arte, cultura e também pelo estudo. É uma das linguagens de aprendizado na Fundação Julita há mais de 8 anos. Desde o ano passado, as oficinas de Música da organização passaram a contar com um parceiro para ampliar ainda mais suas atividades: o Praticatatum.

 Para além da oficina de percussão realizada há 4 anos pelo idealizador do Praticatatum, Arlen Ribeiro, a parceria agora viabiliza aulas de mixagem, sopro, mídias musicais e o ensino técnico de aparelhos eletrônicos; beneficiando aproximadamente 120 crianças e jovens entre 7 a 21 anos. Na parceria, a Julita oferece a metodologia pedagógica socioeducativa e a infraestrutura (alunos, instrumentos, espaço) e o Praticatatum, em contrapartida, viabiliza a capacitação por meio de dois educadores.

Idealizado e coordenado por Arlen Ribeiro, o projeto Praticatatum “transpira” criatividade até em seu nome, que tenta traduzir por meio de sílabas alguns instrumentos de percussão. Existente desde 2008, hoje o conhecido carinhosamente como “Pratica” desenvolve cerca de 8 oficinas musicais: percussão, musicalização infantil (xilofone, canto-coral e flauta-doce ), violão, guitarra, contrabaixo, teclados, instrumentos de sopros e cordas, além da discotecagem com tecnologia musical informatizada. Atende cerca de 700 estudantes entre 6 e 20 anos. Muitos formam a Orquestra Praticatatum que se apresenta em diversos locais da cidade.


COLHENDO FRUTOS

Arlen Ribeiro é educador de percussão de crianças e jovens atendidos pela Fundação Julita desde 2012. Desta atuação de quatro anos na organização já consegue apontar vários frutos:
• Atualmente, três estudantes de percussão da Julita fazem parte do corpo da Orquestra Praticatatum;
• “Alunos Julita” participaram do Campeonato Brasileiro de LOL (League of Legends), que aconteceu em 2015 no Allianz Parque. O evento recebeu um público de cerca de 20 mil pessoas e foi transmitido em salas de cinema para mais de 9 milhões de espectadores;
• Hoje, um jovem ex-educando é educador do Programa Castanheira da Fundação Julita, atuando em sensibilização musical para crianças na primeira infância.



Segundo Arlen, a maior herança do projeto é levar a música para o resto da vida desses educandos. Sem contar o reforço para a autoestima. “Quando se está aprendendo a tocar um instrumento, o aluno se sente desafiado, além de desenvolver um sentimento de crença em sua própria capacidade criativa e de realização, conhecendo assim suas potencialidades”, completa o educador. Agora, o sonho é realizar apresentações mundo afora com a Orquestra Julita.


CENTRO DE EDUCAÇÃO EM CULTURA

As atividades de música em parceria com o Praticatatum fazem parte do Centro de Educação em Cultura, que também oferece aos beneficiados da Fundação Julita: aulas de violão, estúdio de gestão coletiva para ensaios de bandas independentes, biblioteca comunitária, aulas de dança para jovens e adultos e eventos culturais aos fins de semana.

Colaboração: Janaina Goes



APRENDENDO A EMPREENDER

27/06/2016


 Jovens do curso de Educação Para o Mercado de Trabalho (CJ), atendidos pelo Programa Paineira, organizaram e desenvolveram eventos de empreendedorismo para exercitar os conhecimentos adquiridos durante a formação recebida.
Os jovens que participam das atividades do curso de “Costura” criaram um desfile enquanto os participantes do curso de “Gestão de Alimentos” promoveram uma feira gastronômica, com empresas de doces e pães. Além dessas duas formações específicas, os jovens também frequentaram atividades de “Protagonismo Juvenil”, que contribuíram para a realização destes eventos, pois, entre os conteúdos ministrados, estão a elaboração de planejamentos, empreendedorismo e conceitos de logística.

Desfile “De onde vem a roupa que você compra e quem pode usá-la?”
Os jovens do curso de “Costura” promoveram um desfile com as peças produzidas durante o semestre. Muito mais do que somente a produção, a coleção trazia um conteúdo crítico. Aliadas às aulas de figurino, a proposta uniu a aquisição de habilidades técnicas e o desenvolvimento do processo criativo.
O objetivo foi incentivar a criatividade e aproximar os jovens do conceito “slow fashion”,  concepção que incentiva a valorização do pequeno produtor e busca  maior consciência sobre aquilo que se consome. Além disso, as roupas ainda traziam subjetivamente a discussão de gênero no vestuário, já que a mesma peça servia a diferentes estilos e gêneros.
O evento foi realizado no dia 02 de junho e reuniu 60 participantes, entre amigos, familiares e responsáveis dos jovens.
Feira Gastronômica de Doces e Pães
Os jovens da oficina de “Gestão de Alimentos” elaboraram uma feira de degustação com produtos feitos a partir de três miniempresas: uma de doces, uma de chocolates e outra de pães.
O evento foi realizado no dia 16 de junho e reuniu 50 participantes, entre amigos, familiares e responsáveis dos jovens.


PRIVILÉGIO OU DIREITO?

15 de julho de 2016

No mês de julho, a Fundação Julita iniciou uma série de formações com educadores, coordenadores e funcionários sobre o Sistema de Garantia de Direitos. A primeira das formações utilizou dinâmica, roda de debates e plenária para abordar a diferença entre privilégio e direito, cujos significados são geralmente confundidos pelo senso comum.

“O privilégio exclui o direito, pois quando há um privilégio é para poucas pessoas. Já o direito é para todos. É importante esse entendimento, ainda mais para um educador. A ideia é o empoderamento para a luta coletiva de direitos, começando pelo educador e, posteriormente, para todos os atendidos (da educação infantil até a terceira idade)”, justifica o Gestor Pedagógico da Fundação Julita, Jânio de Oliveira.

VIVENCIANDO O TEMA

Você teve acesso à boa alimentação na infância? Já viajou para fora do país? Teve ajuda financeira dos seus pais? Não precisou trabalhar para custear seus estudos? Na dinâmica de sensibilização da formação, essas e outras perguntas foram colocadas. Para cada uma delas, as pessoas envolvidas tinham que dar um passo para frente (se a resposta fosse sim) ou para trás (se a resposta fosse não). Assim, se viram em posições diferentes de acordo com privilégios, que muitos perceberam que pensavam ser direitos.
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PRIVILÉGIO OU DIREITO?

15 de julho de 2016

No mês de julho, a Fundação Julita iniciou uma série de formações com educadores, coordenadores e funcionários sobre o Sistema de Garantia de Direitos. A primeira das formações utilizou dinâmica, roda de debates e plenária para abordar a diferença entre privilégio e direito, cujos significados são geralmente confundidos pelo senso comum.


“O privilégio exclui o direito, pois quando há um privilégio é para poucas pessoas. Já o direito é para todos. É importante esse entendimento, ainda mais para um educador. A ideia é o empoderamento para a luta coletiva de direitos, começando pelo educador e, posteriormente, para todos os atendidos (da educação infantil até a terceira idade)”, justifica o Gestor Pedagógico da Fundação Julita, Jânio de Oliveira.

VIVENCIANDO O TEMA

Você teve acesso à boa alimentação na infância? Já viajou para fora do país? Teve ajuda financeira dos seus pais? Não precisou trabalhar para custear seus estudos? Na dinâmica de sensibilização da formação, essas e outras perguntas foram colocadas. Para cada uma delas, as pessoas envolvidas tinham que dar um passo para frente (se a resposta fosse sim) ou para trás (se a resposta fosse não). Assim, se viram em posições diferentes de acordo com privilégios, que muitos perceberam que pensavam ser direitos.
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A dinâmica trouxe para o consenso do grupo de direitos, para o senso coletivo. Características como faixa etária, gênero (mulheres), etnia, orientação sexual apareceram como as que mais deixaram as pessoas “para trás” na dinâmica; confirmando que integrantes desses grupos estão entre os que mais tiveram seus direitos violados durante a vida.
Nas próximas formações, a previsão é abordar temas como resgate histórico da luta de direitos, meritocracia, informação e conscientização acerca do sistema de garantia de direitos e os elementos para uma formação de base visando o empoderamento, sobretudo dos grupos mais vulneráveis (crianças, adolescentes, idosos, mulheres, negros, homossexuais etc.), entre outras questões.



NA JULITA, BRINCAR É COISA SÉRIA!

10/08/16
Em julho, o Programa Ipê Amarelo realizou a Colônia de Férias, em parceria com o projeto Jovens Monitores em Esporte. Foram duas semanas de muita brincadeira e diversão, tendo um ingrediente especial: aqui na Julita, brincar é coisa séria!

O brincar não é puro entretenimento, mas é entendido como algo fundamental para a vida da criança. A Fundação Julita acredita que é também brincando que a criança se desenvolve (física, cognitiva e emocionalmente), estabelece relações e compreende o mundo à sua volta. O brincar é um direito e aqui ele é garantido!



ENCONTRO DE GERAÇÕES


Para desenvolver a Colônia, jovens e educadores pesquisaram brincadeiras novas, resgataram as tradicionais de rua e aplicaram jogos adaptados à realidade das crianças. A intenção é que o jovem monitor aprenda a planejar e a executar atividades para as crianças e a riqueza de tudo isso também está no encontro entre as gerações.

QUEBRANDO PADRÕES E ESTEREÓTIPOS

Se em outros espaços o termo “café com leite” é adotado, aqui essa expressão não tem vez! A Colônia é planejada de forma que todo o mundo consiga participar. Os jogos e as brincadeiras escolhidos priorizaram o trabalho em equipe, a cooperação, evitando padrões de competição. A exclusão sai para dar espaço ao respeito ao limite e ao tempo de cada participante. Assim, a diversão é garantida para todo o mundo!
Para a educadora Regiany Pereira, do projeto Jovens Monitores em Esporte, “a Colônia propicia a autonomia, a ampliação de repertório, tanto motor quanto cognitivo, além de potencializar valores como respeito e coletividade. A atividade também consegue promover a integração de crianças e adolescentes, contribui para a formação dos jovens, fazendo com que eles desenvolvam o cuidado e o respeito com os menores”.

BRINCAR: A MANEIRA QUE A CRIANÇA SE EXPRESSA NO MUNDO!

A educadora enfatiza ainda: “Quando as crianças brincam, elas saem daqui muito mais tranquilas e felizes e isso reflete no cotidiano delas e em suas ações na Julita”. Érika Teixeira, coordenadora do Programa Ipê Amarelo, afirma que a Colônia é um momento de liberdade: “Embora tenham atividades definidas, os participantes também têm a liberdade de escolha: podem fazer as atividades propostas ou simplesmente brincar no parque de areia ”. Ela diz que essa liberdade é importante porque estimula a autonomia e o processo criativo das crianças.


DIREITO OU PRIVILÉGIO: SEGUNDA FORMAÇÃO DISCUTE GÊNERO

17 de agosto de 2016






Dando continuidade às formações sobre o Sistema de Garantia de Direitos, a Fundação Julita realizou o segundo encontro com educadores, coordenadores e funcionários no mês de agosto. Desta vez, as discussões giraram em torno das relações de gênero.

O objetivo da formação é o empoderamento e o fortalecimento da participação da mulher no cenário político. Segundo o gestor pedagógico da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, em uma sociedade igualitária é necessário a força de ambos os gêneros. “É preciso sempre pensar de que maneira estimulamos o empoderamento da mulher na sociedade e como trabalhamos para que essa igualdade de fato aconteça, a fim de estimular a participação feminina”, conclui Jânio.
Para dar início à conversa, foi utilizada uma charge do grupo On a Plate sobre meritocracia. Em seguida, os participantes foram proporcionalmente divididos em grupos de homens e mulheres e desafiados a construírem uma rede de apoio com fios de tecido, que pudesse levantar uma pessoa trinta centímetros do chão e de modo que todos os integrantes do grupo participassem da atividade.
A atividade levou o grupo a refletir sobre o quanto é necessário ainda discutir a questão de gênero, pois, apesar de as mulheres serem em número maior, a dinâmica foi liderada por homens e isso só foi percebido no momento da discussão em plenária.
Os grupos concluíram: “As mulheres ainda não se deram conta da força que possuem”; “Em muitos grupos as mulheres ficaram receosas em segurar a rede para sustentar uma pessoa sozinhas, sem o apoio dos homens”.

CONSIDERAR TODOS OS “SABERES”

Na dinâmica, além do gênero, outros fatores determinaram lideranças, como a capacidade intelectual. “Na formação pedagógica de crianças e adolescentes, é importante considerar todos os saberes: os teóricos, mas também a sabedoria popular, que vem da prática, das crianças”, enfatiza Jânio.


FUNDAÇÃO PRADA RENOVA PARCERIA COM A JULITA

Por mais um ano consecutivo a Fundação Prada renova parceria com a Julita para o financiamento do projeto Jovens Monitores em Esporte. A parceria existe há quatro anos.



FORMAÇÃO DIFERENCIADA

Segundo Jorge Prada, presidente da Fundação Padra, o jovem que participa desse projeto possui um diferencial para a vida e para o mercado de trabalho, pois ele participou de uma educação na qual será um agente multiplicador.

O PROJETO

O Projeto Jovens Monitores em Esporte forma 30 jovens por ano e, em sua trajetória, vem acumulando resultados significativos: De 90 jovens que ingressaram no projeto, 21 estão na universidade, sendo que 14 em educação física. Cinco já estão atuando na educação não formal.

FORMAÇÃO DISCUTE A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

20 de setembro de 2016
Na terceira formação sobre o Sistema de Garantia de Direitos, a Fundação Julita iniciou a discussão sobre a Política de Assistência Social. O objetivo do encontro foi provocar reflexões acerca dessa política e sua efetividade, além de esclarecer seu contexto histórico.

“É muito importante saber qual o nosso papel como organização social para que a Política de Assistência Social seja de fato efetiva. Para isso, é fundamental saber quais são as nossas referências e para onde olhamos”, enfatizou o gestor pedagógico da Fundação Julita, Jânio de Oliveira.
Segundo ele, quanto mais buscarmos conhecimentos e informações, mais fortalecidos ficamos para o cumprimento da Política.

ASSISTÊNCIA SOCIAL: CARIDADE OU POLÍTICA?

Por meio do questionamento de que a assistência social muitas vezes é encarada como caridade e não como um instrumento para acesso a direitos, Jânio de Oliveira contextualizou historicamente a concepção de assistência social.
Ele lembrou que a assistência social tem como raízes a caridade, a filantropia e a solidariedade religiosa. Logo, ainda hoje é vista mais como uma prática assistencialista do que uma política pública e que, diante disso, temos de achar maneiras para romper com essa visão.
No fim, Jânio terminou com uma frase de Paulo Freire, que resume bem essa problemática: “Mudar é difícil, mas é possível”.


FUNDAÇÃO JULITA INAUGURA NOVA IDENTIDADE VISUAL

6 de dezembro de 2016
Em dezembro a Fundação Julita comemora 65 anos de atuação e para celebrar essa importante trajetória na promoção da garantia dos direitos de famílias socialmente vulneráveis, a organização inaugura sua nova identidade visual.

“Nestes mais de 60 anos de trajetória, a Fundação Julita passou por diversas transformações, tornando-se uma referência no atendimento socioassistencial. O momento em que nos encontramos demandou a criação de um novo logotipo que pudesse representar a fase atual da organização”, contextualiza o presidente da Fundação Julita, Helcio Alcides Nosé.

EMPODERAR PARA TRANSFORMAR!

Nos próximos anos, o objetivo é ampliar ainda mais o impacto da Fundação Julita, no seu papel de congregar, organizar e disseminar formações e tecnologias sociais que retornem para a comunidade. Hoje, a organização atende em torno de 1.200 pessoas, da primeira infância até a terceira idade, por meio de seis programas de atendimento. Oferece atividades socioeducativas, a fim de empoderar os beneficiados para a conquista de seus direitos e para serem protagonistas da transformação de suas próprias vidas e de sua comunidade.


ALUNO DE KARATÊ DA JULITA GANHA CAMPEONATO

19 de dezembro de 2016
Douglas Araújo treina karatê desde os 14 anos na Fundação Julita e, agora com 21 anos, ele ganhou o Campeonato Brasileiro sub 21, na categoria kyu abaixo (uma primeira categoria de atletas). Douglas é faixa verde, seu pai também pratica o esporte e, segundo o professor de karatê da Fundação Julita, Bruno Gonçalves dos Santos, ele é uma grande promessa.


Assim como Douglas, há várias histórias de transformação de meninos que vivenciaram o karatê na Fundação Julita, sob o comando de Bruno Gonçalves, nestes 10 anos em que ele atua como voluntário na organização.
Sidney Varelo de Sousa e Luis Felipe Silva Santos são dois deles. Hoje, ambos são faixa preta e Sidney está entre os 10 melhores atletas de São Paulo do estilo Shotokan, na modalidade de Kata, cujo nível de disputa costuma ser sempre muito alto.

FORMANDO MULTIPLICADORES

“Sidney e Felipe são os meus alunos mais antigos, vieram comigo da época em que dava aulas na escola Antônio Manoel. Um iniciou no karatê com 10 anos e o outro, com 12 anos. Os dois pulavam o muro pra vir pra cá. Hoje eles têm 20 e 22 anos. Até na reunião de escola do Felipe eu já fui por um pedido dele. Eles costumavam passar em casa de manhã, daí eu dava dinheiro pra comprarem pães e tomávamos café juntos antes de irmos pra aula. Juntavam umas 5 ou 6 crianças e era muito divertido aquele tempo”, conta o professor Bruno, chamando atenção para o vínculo que foi se criando em torno da prática do karatê.
Atualmente, Sidney é o oitavo melhor karateca de kata de São Paulo. É professor de karatê no CEU Casablanca, dando aula para uma turma com mais de 30 alunos. No ano passado, seguindo os passos do professor Bruno, passou a atuar como voluntário. “Tanto Sidney quanto Felipe são meus multiplicadores”, conclui o professor.

GUERREIROS DO KARATÊ E DA VIDA!

A história do professor de karatê Bruno é recorrente nestes 65 anos de trajetória da Fundação Julita: de ex-alunos da organização que retornam o benefício adquirido em prol da comunidade. Bruno já foi aluno da pré-escola da Julita, depois foi estudar na escola pública vizinha à entidade, Antônio Manoel, e daí retornou à Fundação, já universitário, com o intuito de dar aula de karatê em 2006.
Bruno tornou-se faixa preta de karatê com 15 anos, treinando em academias pagas do bairro e, com 16 anos, começou a dar aulas em condomínios. “Procurei atuar como voluntário para adquirir experiência até que trouxe alguns alunos e iniciei as aulas na Fundação Julita. Participei do processo de abertura da organização no fim de semana para a comunidade. Fui contratado como estagiário de Educação Física, organizando campeonatos e propondo atividades lúdicas e esportivas. No fim do contrato já tinha certeza: queria continuar como voluntário na Julita, dando aula de karatê. Acompanhei cada menino crescer aqui”, conta ele.
Hoje, o karatê na Julita tem em torno de 55 alunos, dos 5 anos de idade até 56 anos. A maioria tem entre 12 e 16 anos. A turma cresce a cada mês; no início de 2016, eram 30 alunos. Após a primeira graduação (mudança de faixa) eles entram para a Federação Paulista de Karatê automaticamente, para desfrutar tudo que o karatê pode dar. Atualmente temos, em média, uns 26 federados; a maioria iniciante.
O curso é de, no mínimo, 5 anos. Entre as transformações vistas por Bruno, ele ressalta que os alunos acabam adquirindo uma postura mais ética e corajosa diante dos problemas e situações do cotidiano e buscam fazer um julgamento mais correto diante da diversidade. Aprendem a lidar melhor com os seus sentimentos, os seus medos e a agressividade natural do ser humano.
“Os alunos menores aprendem a respeitar os outros (quem não sabe fazer direito, é conduzido pelos que já sabem), a conhecer suas forças (física e emocional), a cuidar dos seus colegas (não machucar), cuidar dos seus materiais e da limpeza da sala antes dos treinos. Tudo isso contribui para uma formação mais humana – principalmente, educativa, solidária e positiva de cada aluno e aluna que frequenta as aulas de karatê na Fundação nestes mais de 10 anos”, enfatiza o professor Bruno.
O grupo de alunos do karatê da Fundação Julita tem um nome que, não por acaso, conta também sobre a trajetória desses meninos na vida: “Guerreiros do Karatê”


NOVA PARCERIA PARA A CULTURA DE PAZ

22 de fevereiro de 2017





A Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz fez parte da primeira formação de 2017 da Fundação Julita, com a proposta de trazer uma atividade que entra para o currículo da organização. Trata-se de exercícios de concentração e respiração, a fim de possibilitar o equilíbrio emocional. Primeiro, a iniciativa visa sensibilizar educadores e coordenadores pedagógicos para, em um segundo momento, ser compartilhada entre as crianças, adolescentes e seus familiares.


As atividades são baseadas no Programa Ser em Paz, da Fundação Lama Gangchen, fundada em 2007. O programa tem como base a Educação para a Paz, que se define como “uma educação para a vida, propondo o desenvolvimento de seres humanos mais equilibrados, física e emocionalmente, capazes de lidar com todos os aspectos da sua vida de forma mais pacífica, harmônica e feliz”.
“Na Fundação Julita, as atividades serão compostas por exercícios que ‘ensinam’ a mente a ficar mais tranquila, sobretudo os de respiração. Hoje temos muitos estímulos e é importante a criança aprender a focar e a se concentrar, principalmente para lidar com seus conflitos sem violência. Acreditamos que a paz interna é a base mais sólida para a paz mundial”, explica os diretores e também educadores da Fundação Lama Gangchen, Daniel Calmanowitz e Simone Bambini Negozio.
Segundo o Gestor de Projetos Pedagógicos da Fundação Julita, Jânio de Oliveira, essa parceria vai contribuir muito com o dia a dia da organização. “Todos vão poder utilizar, aproveitar e compartilhar essa ferramenta tendo em vista a igualdade de direitos e a cultura de paz”, complementa.


EMPRESAS REALIZAM AÇÕES VOLUNTÁRIAS

1 de março de 2017
Em 2016, a Fundação Julita contou com a parceria de voluntários corporativos. Ao todo, 12 empresas colaboraram com o trabalho da Instituição ao longo do ano. As ações foram as mais diversas: doação de brinquedos e livros, contação de histórias, envolvimento em atividades ambientais, entre outras. A maior parte delas com a intenção de promover a integração entre os funcionários e fomentar a responsabilidade social.
As empresas Rede Globo, Fluke Brasil e Thiago Bernardo da Silva Comércio, Esquadria e Vidraçaria  doaram brinquedos às crianças atendidas pela Organização.

A empresa Honda nos presenteou com a doação de livros novos para a biblioteca da Organização. Fundação Itaú, Bunge  e Samsung realizaram atividades de contação de histórias para as crianças atendidas pelos programas Castanheira e Ipê Amarelo, da Fundação Julita. Além de contação de história, a Bunge também propôs atividades de recreação para os idosos do Programa Araucária.
A empresa MR Consultoria disponibilizou alguns de seus funcionários para ajudar na organização da Festa Junina, um dos maiores eventos da Fundação Julita, com público estimado de 9 mil pessoas . Vinte e quatro funcionários foram voluntários no dia do evento.
A empresa Newell Co.  reformou o swale (canal de infiltração de água da chuva) do prédio onde ocorrem as atividades dos programas Ipê Amarelo e Escola Empreendedora. O swale é um dos sistemas ecológicos construídos pelo Centro de Educação Ambiental da Fundação Julita, em conjunto com a comunidade.

INCENTIVO À FORMAÇÃO PARA O TRABALHO

As empresas Pfizer, Mapfre  e Bunge promoveram o intercâmbio de seus funcionários com os jovens do Programa Paineira (de 14 a 17 anos). Os educandos visitaram as duas empresas e puderam conhecer na prática como funciona um ambiente corporativo.
Todas essas iniciativas contribuíram muito com o nosso trabalho  em prol de uma sociedade melhor, sendo o voluntário uma peça-chave para a transformação social. Segundo relatos de quem participa das ações voluntárias, essa é uma via de mão dupla, pois, ao participar das ações, o voluntário ajuda a organização, mas também sempre leva com ele algo significativo: um aprendizado, o sentimento de ter ajudado quem precisa ou de gratidão, uma boa lembrança.
Nesta matéria do SPTV (Rede Globo), conheça outros voluntários da Fundação Julita e seus relatos de como fez bem pra eles ajudar à nossa causa.
Quer ser voluntário na Fundação Julita? Envie um email para carlos.magno@fundacaojulita.org.br ou ligue para o telefone: 5853-2050 ramal 1117.



MOBILIZAÇÃO ESPORTIVA EM PROL DA COMUNIDADE

21 de março de 2017
Em março, o Centro de Educação pelo Esporte da Fundação Julita iniciou o projeto “Mobilização Esportiva e Recreativa”, que acontece aos fins  de semana e tem como objetivo incentivar as pessoas a praticarem atividades físicas e a ter momentos de lazer utilizando o espaço da organização. A programação inclui atividades recreativas e esportivas para todas as idades.
A iniciativa é um resultado concreto do curso “Jovens Monitores em Esporte”, que visa, além de capacitar jovens para a monitoria esportiva e incentivá-los a se graduarem em Educação Física, à estreitar os laços entre esses jovens e sua comunidade. Realidade que pode ser presenciada agora com o projeto de mobilização esportiva, pois todas as atividades são ministradas voluntariamente por jovens que participam do curso “Jovens Monitores em Esporte” e foram propostas por eles.




COMPARTILHAR O CONHECIMENTO

Vivências de tênis, voleibol, aula de dança, contação de histórias são algumas das atividades que compõem o projeto. De acordo com Carlos Costa, consultor do Centro de Educação pelo Esporte, os educandos querem retribuir o que aprenderam na Fundação Julita em prol da comunidade: “Eles acham importante compartilhar o conhecimento com as crianças e os adolescentes do bairro, tornando-se multiplicadores”.
Outro ponto importante é a aproximação à atuação profissional em Educação Física e áreas correlatas, fortalecendo ainda mais a estruturação dos projetos de vida desses jovens”, acrescenta Carlos Costa.
Para realizar as atividades, eles recebem orientação e acompanhamento de profissionais de Educação Física. Todas as oficinas são gratuitas e abertas à comunidade, que não costuma ter muitas opções de lazer no bairro. As atividades também devem colaborar para a integração familiar, um dos principais objetivos da programação de fim de semana na Julita.



FUNDAÇÃO JULITA RECEBE OFICINA #ARTMOBILE

23 de março de 2017
Em março, a Fundação Julita recebeu o workshop #Artmobile voltado para alunos e ex-alunos da organização. A atividade é uma parceria com a Hogarth Brasil e teve como proposta ensinar o jovem a fazer arte, conteúdo e novas tecnologias utilizando o telefone celular. Participaram da atividade 30 jovens

ARTE, INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

O telefone celular está na palma da mão de grande parte dos jovens! A partir desta constatação,  o projeto #Artmobile vem disseminando workshops que visam ensinar a melhor forma de utilizar essa ferramenta, compartilhando arte, inovação e empreendedorismo, a fim de  gerar uma oportunidade de futuro e perspectiva profissional. O projeto já passou por países da América Latina e África, além de outras cidades do Brasil.

A oficina foi ministrada pelo diretor criativo Giuliano Chiaradia que, em sua trajetória, já atuou como diretor nas emissoras Rede Globo de Televisão, MTV e Nickelodeon Brasil / Estados Unidos. Também é palestrante sobre inovação e transmídia no Brasil e no exterior.
O #Artmobile é dividido em quatro módulos: vídeo, áudio, foto e SMS, com dicas  bem fáceis que podem ser utilizadas em qualquer tipo de celular, desde o mais simples até o mais sofisticado.
Ao final da atividade, os educandos foram convidados a participar do desafio #Artmobile no qual tiveram que produzir conteúdos com o tema “O meu olhar sobre a Fundação Julita”, além de publicar o conteúdo na rede social Facebook. Os autores da produção mais curtida ganham uma visita à agência Hogarth Brasil. Essas produções podem ser acessadas em nosso blog.

PARCERIA COM A HOGARTH BRASIL

Além do workshop, os profissionais da Hogarth Brasil estão contribuindo para construir um banco de histórias de vida impactadas pelos 65 anos da Fundação Julita. Em breve, vamos divulgar os resultados dessa parceria em nossas redes sociais.


FUNDAÇÃO JULITA RECEBE VISITA DA FUNDACIÓN MAPFRE

Em abril, o grupo de jovens do Programa Paineira (Centro para Juventude) tiveram a oportunidade de conhecer e conversar com Infanta Elena de Bordón, filha do rei Juan Carlos da Espanha e diretora de Projetos da Fundación MAPFRE, e com Daniel Restrepo, diretor da área de Ação Social da Fundación, sobre sonhos, oportunidades, projeto de vida e juventude.

No encontro, os jovens contaram suas experiências ao participar do projeto de Educação Financeira, aplicado pelo voluntariado corporativo da Fundación MAPFRE, e o impacto que essa iniciativa gerou em suas vidas. Além disso, o projeto contribuiu para os jovens escolherem uma profissão, entrarem no mercado de trabalho e até aquele que aprenderam a gostar de matemática.
Por fim, Daniel Restrepo aconselhou os jovens a continuarem os estudos, nunca desistirem de seus sonhos e sempre devolverem para a comunidade tudo o que aprenderam.
 

PARCERIA PARA A CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

 
Desde 2015, a Fundación MAPFRE é parceira da Fundação Julita investindo na capacitação profissional dos jovens beneficiados pela organização por meio de cursos gratuitos de educação financeira, palestras sobre profissões e mercado de trabalho e aulas de espanhol.
 

SOBRE A FUNDACIÓN MAPFRE

 
Com sede na Espanha e atuação nos cinco continentes, a Fundación MAPFRE é uma instituição sem fins lucrativos, que promove e investe em atividades de interesse geral da população. Para disseminar valores e cultura e contribuir com o bem-estar da sociedade, apoia e desenvolve iniciativas em cinco áreas de atuação: Ação Social; Cultura; Prevenção e Segurança Viária; Promoção da Saúde; Seguro e Previdência Social. Site: www.fundacionmapfre.com.br.




FUNDAÇÃO JULITA SEDIA FÓRUM DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

2 de maio de 2017



Neste ano, a Fundação Julita foi a organização escolhida para sediar o Fórum de Assistência Social M’Boi Mirim. O evento acontece uma vez ao mês e é realizado pelas organizações sociais do território de M’Boi Mirim, do qual os distritos Jardim Ângela e Jardim São Luís fazem parte. Ambos são considerados os mais vulneráveis no mapa de exclusão social.

O Fórum tem como objetivo debater e articular ações em defesa da Política de Assistência Social e visa à participação dos usuários do Sistema Único de Assistência Social, trabalhadores, poder público e organizações socais. Faz parte do controle social para a garantia de direitos no território, que é uma das bandeiras da Fundação Julita.

Discutir a Política de Assistência Social no Jardim São Luís

Os primeiros anos do Fórum (de 2010 em diante) foram realizados na organização Movimento Comunitário de Vila Remo. Em 2016, passou a acontecer na Sociedade Esportiva do Jardim Copacabana, organizações que pertencem à região do Jardim Ângela.

Neste ano, será sediado na Fundação Julita. A mudança se deu a partir da necessidade do fórum acontecer no distrito do Jardim São Luís. Como a Julita é referência no território e, em sua trajetória, trabalha em prol da Política de Assistência Social para promover e garantir os direitos da população do Jardim. São Luís a organização foi escolhida por meio de uma plenária para sediar o evento.

Empoderar para transformar

De acordo com Janaína Dias, assistente social da Fundação Julita, a organização sediar o Fórum Regional M’Boi Mirim é de extrema importância:

Sediar o fórum é necessário para que possamos fomentar e fortalecer o trabalho de base com as famílias atendidas no controle social, enfatizando a importância da participação social na discussão, avaliação e decisões na Política de Assistência Social, integrando os serviços, projetos e programas atendidos, na visão do direito e não do favor”, conclui ela.
Segundo a assistente social, as pessoas ainda pensam que os serviços prestados pelas organizações sociais são iniciativas somente beneficentes e não sabem que trata-se de um direito. As organizações existem para garantir esse direito.
Fórum de Assistência Social M’Boi Mirim

O Fórum de Assistência Social M´Boi Mirim surgiu em 2010 após a Conferência Regional que compunha os distritos de Campo Limpo e M´Boi Mirim. Na época, percebeu-se a necessidade de discutir a política pautando as características específicas dos territórios e, então, criou-se o fórum. Todas as pautas discutidas neste espaço são levadas para a Conferência Municipal de Assistência Social.



AÇÃO DA MR CONSULTORIA É EXEMPLO DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO

1 de junho de 2017


Por dois anos consecutivos, a MR Consultoria realiza a ação de voluntariado corporativo denominada “Dia da Colaboração Social”, em benefício da Fundação Julita. A iniciativa da empresa ocorre durante todo o ano e tem como objetivo escolher um projeto social para seus colaboradores doarem tempo, trabalho ou recursos.
A primeira ação na Fundação Julita aconteceu durante a Festa Junina de 2016, um dos maiores eventos da organização, e a segunda iniciativa foi realizada no evento FeiJU mais Bazar, ocorrido no último dia 13 de maio.

Para a ação na Festa Junina, a empresa disponibilizou 24 colaboradores para serem voluntários no dia do evento. A parceria foi muito importante para a Julita, pois esse evento é um dos maiores da organização, com um público estimado de nove mil pessoas.

Na FeiJU, além de 18 voluntários da empresa trabalharem na organização do evento, também foi realizada uma ação interna entre os colaboradores para arrecadar roupas e brinquedos em bom estado para serem vendidos no bazar beneficente da Fundação Julita.

“Esse tipo de ação voluntária é muito positiva, pois ajuda a organização sob vários aspectos: do ponto de vista humano por aproximar pessoas da nossa causa e também financeiramente, uma vez que a feijoada e o bazar são duas importantes fontes de recurso para a manutenção de nossas atividades”, avalia Carlos Magno, coordenador do voluntariado na Fundação.

A FeiJU Mais Bazar arrecadou R$10.932,00, dos quais R$ 6.455,00 vieram do bazar que contou com várias peças novas graças ao apoio da MR Consultoria.

ABRANGÊNCIA DE ATENDIMENTO E VALORIZAÇÃO HUMANA


De acordo com MR Consultoria, a Fundação Julita foi escolhida para a ação voluntária nestes dois últimos anos pela seriedade e o trabalho exercido em prol da comunidade.

“Depois que conhecemos a Fundação de perto, vimos que, além de ser uma entidade séria, é também um espaço acolhedor, de apoio, de amor ao próximo, de oportunidade e de futuros transformados”, relatam funcionários da empresa.

Outro aspecto que motivou a parceria com a Julita, segundo a MR Consultoria, foi a abrangência de atendimento e o foco no desenvolvimento humano: “A Julita é uma grande família que acredita nas pessoas, fornece acesso à educação e promove a valorização do ser humano, desde os mais novos até os mais velhos”, concluem.

MODELO DE VOLUNTARIADO ASSERTIVO


O projeto de voluntariado corporativo “Colaboração Social” surgiu em 2013 e, desde então, tornou-se uma cultura dentro da empresa. Para realizá-lo, a empresa tem uma metodologia própria: realiza a pesquisa de entidades e o levantamento de documentações que comprovem a idoneidade da organização, além de escolher os objetivos das campanhas e as equipes que vão participar do voluntariado.

“Para nós, é um prazer imenso estar na Fundação Julita novamente, pois sabemos que o trabalho não é desperdiçado, que cada recurso é revertido e aplicado de acordo com as necessidades da Fundação. Cada melhoria beneficia muitas pessoas direta ou indiretamente. Além disso, sempre somos muito bem recebidos e acolhidos”, segundo os responsáveis pela organização do Dia da Colaboração Social.

Para a Fundação Julita, a parceria com a MR Consultoria é um modelo de voluntariado corporativo que precisa ser multiplicado, pois beneficia tanto a empresa como a organização em torno de uma ação de responsabilidade social de fato.

QUER SER VOLUNTÁRIO?


Quer ser voluntário na Fundação Julita ou trazer sua empresa para ser nossa colaboradora? Envie um e-mail para carlos.magno@fundacaojulita.org.br ou ligue para o telefone: 5853-2050, ramal 1117



PROGRAMA CASTANHEIRA TRAÇA INDICADORES DE QUALIDADE

2 de junho de 2017
Pela terceira vez, o Programa Castanheira (Centro de Educação Infantil) realiza encontro para traçar os indicadores de qualidade da Educação Infantil. Esta atividade acontece anualmente e é promovida pela Secretaria Municipal de Educação, com o objetivo de garantir às crianças qualidade no atendimento.
De acordo com Isis Nascimento, diretora do Programa Castanheira, os indicadores são importantes porque eles permitem avaliar todo o processo de Educação Infantil, desde o espaço físico, materiais pedagógicos ao plano político pedagógico, com a participação de todos os envolvidos.
“É importante porque dá margem para melhorar o espaço educativo e também para que os pais possam avaliar e colocar a sua opinião sobre a qualidade do Centro de Educação Infantil”, comenta a coordenadora.

METODOLOGIA DIFERENCIADA


O Programa Castanheira é referência na região do Jardim São Luís e bairros vizinhos em Educação Infantil. Possui uma metodologia diferenciada. Um dos pilares de atuação é o de alimentação saudável, por exemplo. Em parceria com o Centro de Educação em Saúde, o Centro de Educação Infantil promove diversas ações que estimulam o consumo de alimentos saudáveis.
De acordo com Evelyn Inouye, nutricionista da Fundação Julita, ter uma alimentação saudável é muito importante para o desenvolvimento: “Se a criança receber uma alimentação saudável e equilibrada, ela vai ter o aporte calórico e os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento intelectual e físico”, conclui.
Além disso, promover essa consciência desde a primeira infância aumenta as chances de as crianças fazerem escolhas mais saudáveis no futuro, prevenindo inclusive o aparecimento de doenças.
Outro diferencial é o desenvolvimento do senso crítico desde cedo. Para isso, uma das ações diz respeito às datas comemorativas. O Centro de Educação Infantil da Fundação Julita não comemora essas datas.

Para Isis Nascimento, o espaço, além de ser educativo, também deve ser laico, coletivo e ir na contramão do que a mídia diz e promove em relação a essas comemorações, como o incentivo ao consumismo. Por esses motivos, as datas comemorativas são repensadas e desconstruídas em conjunto com a família, priorizando o afeto e a presença em vez do consumo e trazendo novas possibilidades para as crianças além de respeitar a diversidade do espaço educativo.
“Também é importante refletir sobre o risco de se trabalhar as datas históricas isoladamente como se não existissem índios e negros em nosso meio ou como se o fato histórico da data fosse apenas um conto de fadas”, conclui Isis Nascimento.
Além desses diferenciais, o Programa Castanheira valoriza o brincar, promovendo o aprendizado por meio do lúdico e proporciona também, que a criança estabeleça vínculo com a natureza por meio de atividades de educação ambiental com foco no 4 elementos (ar, água, terra e fogo). Saiba mais sobre o Centro de Educação Infantil em nosso site.



FORMATURA DO SEMESTRE BENEFICIOU MAIS DE 100 JOVENS

3 de agosto de 2017
Em julho, mais de 100 jovens dos programas Paineira (Centro para a Juventude) e Escola Empreendedora se formaram nos cursos “Técnicas de Costura”, “Gestão de Alimentos”, “Assistente Administrativo” e “Gestão para o Comércio”. Neste mesmo mês, os educandos apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso.
Todo o semestre, ao final do curso, os educandos elaboram um projeto de encerramento de curso colocando em prática os conteúdos aprendidos durante a formação. Esse processo acontece da seguinte forma: os jovens criam uma miniempresa se dividindo em setores como produção, financeiro, marketing, etc..
Essa escolha é feita a partir da afinidade que o jovem acredita ter com a área escolhida. Depois eles estruturam esse projeto: escolhem o nome da miniempresa, o ramo do negócio, planejam a divulgação, captam recursos com comércios do bairro para a realização da miniempresa e a colocam em prática no final do semestre.


MODA PARA “TODOS”

Os jovens da oficina de “Costura” tiveram como proposta desenvolver uma coleção e apresentá-la para convidados da área de moda, educadores e familiares. Foram apresentados os projetos:
– “C17”, coleção com a ideia de quebrar estereótipos relacionados à mulher. Além da elaboração das peças, os educandos apresentaram a história de cada roupa;
– “Nada contra – Seu estilo é seu extinto”, coleção sem identidade de gênero. Focaram no estilo street e usaram influências de músicas e culturas de outros países;
– “Sereia – permita-se atravessar oceanos”, coleção com o objetivo de empoderar as mulheres.
Para avaliar os projetos estavam presentes os especialistas na área de moda, Ana Paula Mendes e Tico Gomes; e Jânio de Oliveira, gestor pedagógico da Fundação Julita. Os avaliadores deram dicas, falaram sobre o poder que a moda tem para quebrar tabus e conceitos já consolidados.
Jânio de Oliveira falou sobre a importância da costura para adquirir habilidades além de ser algo desafiante, pois os jovens aprenderam a elaborar peças consideradas complexas como blazer, por exemplo. Durante as apresentações, os jovens contaram ao público presente e à banca sobre os desafios que enfrentaram e os aprendizados adquiridos como paciência, trabalho em equipe e persistência.

EX-ALUNOS PARTICIPAM DA BANCA DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE CULINÁRIA

No módulo “Gestão de Alimentos”, os educandos colocam em prática as técnicas que aprenderam durante o semestre. Foram apresentados três projetos: Esquina do Cacau, com produtos de chocolataria, Mestre do Pão (Panificação) e Confeito Feito (Confeitaria).
Além de produzir os alimentos, os jovens criaram estandes personalizados e cuidaram de toda a decoração do evento. Para avaliar os trabalhos estavam presentes Lara Folster, chefe de cozinha da Lanche e Co. e embaixadora do Food Revolution; as nutricionistas Vanessa Maciel, Evelyn Inouye e Marci Nunes; Luana Silene, coordenadora do Programa Jovem Aprendiz da Julita; Daniel Farias, MBA em gestão de pessoas; Rosely Alves, coordenadora operacional da Fundação Julita; Kevin Martins, Wilgner Arruda, Maikon Roberto e Matheus Gregório, ambos ex-alunos do curso de “Gestão de Alimentos”. A apresentação contou também com a presença de familiares dos educandos.

Em julho, mais de 100 jovens dos programas Paineira (Centro para a Juventude) e Escola Empreendedora se formaram nos cursos “Técnicas de Costura”, “Gestão de Alimentos”, “Assistente Administrativo” e “Gestão para o Comércio”. Neste mesmo mês, os educandos apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso.
Todo o semestre, ao final do curso, os educandos elaboram um projeto de encerramento de curso colocando em prática os conteúdos aprendidos durante a formação. Esse processo acontece da seguinte forma: os jovens criam uma miniempresa se dividindo em setores como produção, financeiro, marketing, etc..
Essa escolha é feita a partir da afinidade que o jovem acredita ter com a área escolhida. Depois eles estruturam esse projeto: escolhem o nome da miniempresa, o ramo do negócio, planejam a divulgação, captam recursos com comércios do bairro para a realização da miniempresa e a colocam em prática no final do semestre.

MODA PARA “TODOS”

Os jovens da oficina de “Costura” tiveram como proposta desenvolver uma coleção e apresentá-la para convidados da área de moda, educadores e familiares. Foram apresentados os projetos:
– “C17”, coleção com a ideia de quebrar estereótipos relacionados à mulher. Além da elaboração das peças, os educandos apresentaram a história de cada roupa;
– “Nada contra – Seu estilo é seu extinto”, coleção sem identidade de gênero. Focaram no estilo street e usaram influências de músicas e culturas de outros países;
– “Sereia – permita-se atravessar oceanos”, coleção com o objetivo de empoderar as mulheres.
Para avaliar os projetos estavam presentes os especialistas na área de moda, Ana Paula Mendes e Tico Gomes; e Jânio de Oliveira, gestor pedagógico da Fundação Julita. Os avaliadores deram dicas, falaram sobre o poder que a moda tem para quebrar tabus e conceitos já consolidados.
Jânio de Oliveira falou sobre a importância da costura para adquirir habilidades além de ser algo desafiante, pois os jovens aprenderam a elaborar peças consideradas complexas como blazer, por exemplo. Durante as apresentações, os jovens contaram ao público presente e à banca sobre os desafios que enfrentaram e os aprendizados adquiridos como paciência, trabalho em equipe e persistência.

  

EX-ALUNOS PARTICIPAM DA BANCA DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE CULINÁRIA

No módulo “Gestão de Alimentos”, os educandos colocam em prática as técnicas que aprenderam durante o semestre. Foram apresentados três projetos: Esquina do Cacau, com produtos de chocolataria, Mestre do Pão (Panificação) e Confeito Feito (Confeitaria).
Além de produzir os alimentos, os jovens criaram estandes personalizados e cuidaram de toda a decoração do evento. Para avaliar os trabalhos estavam presentes Lara Folster, chefe de cozinha da Lanche e Co. e embaixadora do Food Revolution; as nutricionistas Vanessa Maciel, Evelyn Inouye e Marci Nunes; Luana Silene, coordenadora do Programa Jovem Aprendiz da Julita; Daniel Farias, MBA em gestão de pessoas; Rosely Alves, coordenadora operacional da Fundação Julita; Kevin Martins, Wilgner Arruda, Maikon Roberto e Matheus Gregório, ambos ex-alunos do curso de “Gestão de Alimentos”. A apresentação contou também com a presença de familiares dos educandos.




ASSISTENTE ADMINISTRATIVO DEU FOCO PARA A VIVÊNCIA DE ÁREAS DA JULITA

Já como trabalho final do curso de “Assistente Administrativo”, os alunos estudaram detalhadamente três departamentos da Fundação Julita: Recursos Humanos, Financeiro e Compras. Foi analisado se o fluxo de trabalho destas áreas estava satisfatório. Caso diagnosticassem que não, poderiam dar sugestões para possíveis melhorias.
Para avaliar os trabalhos, estavam presentes Helcio Nosé, presidente da Julita; Marisa Marquez, do Instituto George Mark Klabin (IGMK), parceiro financiador do curso Assistente Administrativo; Luana Silene, do Programa Jovem Aprendiz da Julita; Carlos Diogo, assistente de Coordenação Pedagógica; e a educadora Diana Gomes.
Depois das apresentações, grande parte dos educandos disse que: “fazer esse trabalho de conclusão de curso foi muito importante, pois, além de conhecerem os departamentos, eles tiveram a oportunidade de vivenciar se queriam ou não trabalhar na área estudada. Muitos se identificaram com a área escolhida”.






LEIA A MATÉRIA ESPECIAL QUE PUBLICAMOS SOBRE OS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DO “GESTÃO PARA O COMÉRCIO”. LEIA AQUI


PROGRAMA PAINEIRA

Oferece gratuitamente atividades para a formação cidadã e orientação para o mercado de trabalho para jovens entre 15 e 17 anos. Saiba mais sobre programa, acessando o nosso site.

ESCOLA EMPREENDEDORA

Oferece gratuitamente formação técnica e profissionalizante para jovens e adultos. Atualmente, possui os cursos “Assistente Administrativo” e “Gestão Para o Comércio”. Saiba mais em nosso site.

FUNDAÇÃO FAZ PARCERIA COM INSTITUTO CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO

10 de agosto de 2017
O Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo (ICSHG) é o novo parceiro financeiro do Projeto Ipezinho – Educação Complementar, que beneficia crianças entre 4 e 5 anos de idade. Com esta parceria, cinquenta crianças em vulnerabilidade social serão beneficiadas durante 12 meses.
De acordo com Isabel Aché Pillar, superintendente do Instituto CSHG:  “Projetos como o Ipezinho, que promovem o desenvolvimento de crianças carentes, compartilham conosco o desejo de garantir que toda a nossa população tenha acesso a direitos fundamentais como a educação. Com esta parceria, esperamos contribuir para que as atividades do projeto alcancem um número cada vez maior de pessoas”, conclui.


 

PROJETO IPEZINHO – EDUCAÇÃO COMPLEMENTAR


Promovido pela Fundação Julita desde 2012, o Projeto Ipezinho oferece atividades socioeducativas e é um dos únicos espaços na região a realizar esse tipo de atendimento para crianças de 4 a 5 anos no período oposto ao da escola formal. Não existe política pública de assistência social para essa faixa etária no contraturno escolar.
 
Esta iniciativa visa garantir a permanência da criança na organização, o que possibilita o acompanhamento dela e de sua família, desde a educação infantil até a juventude. Trata-se de um projeto pioneiro e inovador, que já ficou entre os finalistas do Prêmio Criança, da Fundação Abrinq, em 2016.

CAMPANHA “TEATRO JULITA” MOBILIZA A COMUNIDADE

9 de outubro de 2017


A campanha “Teatro Julita – Em Busca do Sonho” chegou ao fim e conseguiu arrecadar R$ 15.309. Todo o valor irá proporcionar a continuidade do projeto oficina de teatro para idosos por mais 7 meses e duas a apresentações da peça.
Foram 36 dias de campanha, de mobilização via redes sociais e ações diversas na Fundação Julita, que envolveram funcionários, colaboradores, famílias beneficiadas e amigos.
Fica o nosso agradecimento muito especial a todos(as) que ajudaram nesta jornada de solidariedade em benefício do desenvolvimento e da qualidade de vida proporcionados por esse projeto tão relevante para a terceira idade. Agradecemos aos doadores que contribuíram com a nossa campanha pela internet. Muito obrigada também a todos(as) da comunidade, da  “Família Julita”, que participaram dos eventos em favor da Campanha! Juntos, chegamos à submeta!

EVENTOS EM PROL DA CAMPANHA

No total, foram realizados 10 eventos em prol da campanha: Curso de mini maquiagem, vendas de produtos (temperos saudáveis, lanches naturais,  açaí e pão de mel) e oferta de serviços (dia da beleza, bingo, massagem, campeonato de futsal, baile de samba rock, jantar Julita) e distribuição de urnas para doação em locais externos.
Todos os eventos foram organizados e propostos por coordenadores e funcionários da Fundação Julita, além de parceiros e familiares de atendidos. O valor arrecadado com essas ações comunitárias representou 72% do valor total conquistado ou R$ 10.971 demonstrando a força da “Família Julita”.

APOIADORES DO BEM

Há diversas formas de colaborar e muitos parceiros apoiaram a campanha doando seu dia de trabalho, como é o caso de Ana Ferreira, ou doando seu dom ou talento, incluindo o potencial de mobilização de suas redes pessoais. Um agradecimento especial aos nossos apoiadores:
Ana Ferreira – Dia da Beleza
Diana – Curso de automaquiagem
Movimento Samba Rock Cultural, Eu Soul Samba Rock e Dj Ivan Pedrada – Baile de Samba Rock
Daniela Meira e Fabricio Cremonesi – Massagem
Mães do CEI – Doações via agenda
Silvana – pão de mel Ébano
Fabiana Ayumi – cesta de chocolates
Dona Olivia – papelaria
Aline Nosé – doadora prenda Bingo

EMPRESAS APOIADORAS

Samsung
Nestlé
Bunge
RL Limpeza

A LUTA CONTINUA

Ainda estamos na luta para conseguirmos alcançar a meta deste projeto: R$ 25.300,00 para a manutenção de um ano do projeto. Quem puder ajudar, escreva para financeiro@fundacaojulita.org.br


LAMA MICHEL RINPOCHE COMPARTILHA ENSINAMENTOS COM OS JOVENS

10 de outubro de 2017

Neste mês, a Fundação Julita recebeu uma visita muito especial, do Lama Michel Rinpoche, que é um importante líder budista tibetano conhecido no mundo todo. Além de conhecer a organização, o intuito da visita do Lama foi o de realizar uma palestra sobre um tema muito recorrente na nossa sociedade: a ansiedade.

Com um dia de sol brilhando e uma plateia lotada pelos jovens de 15 a 17 anos, beneficiados pelo Programa Paineira e pelos jovens do Projeto Jovens Monitores em Esporte, Lama Michel, que já esteve em diversos países, fez uma breve apresentação em que contou como iniciou sua trajetória religiosa.Em seguida, compartilhou sabedoria, compreensão e muitos ensinamentos, em mais de uma hora de palestra.
Lama Michel abordou assuntos fundamentais como a necessidade de olhar e cuidar do nosso lado interior, a busca pelo autoconhecimento e as maneiras de controlar a ansiedade perante as coisas que não podem ser mudadas, pelo nosso simples desejo ou vontade.
Ele também reforçou que a nossa mente é o nosso guia, e, portanto, precisamos estar em harmonia com ela.
Além disso, apontou alguns caminhos que podem levar para a felicidade, independentemente de religião ou classe social.
“A felicidade não pode depender de uma vida sem problemas ou sem dificuldades, do contrário estaríamos todos perdidos, pois a felicidade seria uma coisa impossível. Problemas existem e sempre existirão. O necessário é saber lidar com eles, crescer com as dificuldades”, afirmou o Lama.


FUNDAÇÃO JULITA COMPLETA 66 ANOS

6 de dezembro de 2017

A ORGANIZAÇÃO QUE NASCEU DE UMA HISTÓRIA DE AMOR CONTRIBUI PARA A IGUALDADE DE DIREITOS E OPORTUNIDADES





Atualmente, a Fundação beneficia cerca de 1.200 pessoas de todas as idades ( dos 4 meses a mais de 60 anos) em situação de vulnerabilidade social por meio de ações socioeducativas que promovem o exercício da cidadania.
Conheça um pouco da nossa trajetória:

1951

Antônio Manoel constitui a Fundação Julita em homenagem à sua esposa falecida

1952

Inicio das atividades, a partir da construção de casas para famílias migrantes rurais em formato de cooperativa, a m de oferecer moradia e instrução. Assim, propõe uma solução para o aumento da migração de famílias da área rural para as cidades, que chegavam muitas vezes despreparadas para trabalhar na indústria, acelerando a miséria, a fome e a criminalidade.

1989

Consolidação dos programas de atendimento, da primeira infância até a terceira idade, com atividades de creche, educação complementar, pro ssionalização e núcleo de convivência do idoso. Entre as décadas de 1970 a 90, a comunidade do Jardim São Luís sofre um crescimento populacional acelerado, agravando situações de precariedade de moradia e de renda.

1993

Mudança de Estatuto e formalização da parceria em educação a partir de convênio com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Desenvolvimento Social. A região do Jardim São Luís, Campo Limpo e Capão Redondo é denominada como “Triângulo da Morte” pela Unesco; sendo considerada a mais violenta e pobre de São Paulo.

2003 A 2011

Construção do Plano Pedagógico e início dos Centros de Esporte, Meio Ambiente, Cultura e Saúde, como pilares multidisciplinares. Estruturação da área de Comunicação Estratégica e abertura da organização para atividades de m de semana. No período, houve o crescimento do número de entidades sociais na região e a pro ssionalização do terceiro setor.

2012

Início do Projeto Ipezinho, de contraturno escolar, para a faixa dos 4 aos 6 anos. Com isso, a Fundação passa a oferecer a possibilidade de
atendimento da primeira infância à qualificação profissional.

2014 A 2015

Início dos cursos noturnos para adultos e de nova abordagem pedagógica multidisciplinar, a partir da educomunicação

2016

Consolidação da nova identidade visual e redes sociais


2017

Construção da Casa Verde – sede do Centro de Educação Ambiental